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Sociedade
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Padre Raúl Tati Pomete retaliar Padre servo MultiPress
O clero de Cabinda condenou a atitude de interdição de se ausentar do pais infringida ao padre católico Assunção Sevo Agostinho, que viu o seu passaporte ser confiscado pelas autoridades migratórias angolanas, no Aeroporto 4 de Fevereiro, em Luanda, no passado dia 15 de Outubro.
O clero diocesano, segundo o antigo vigário geral da Igreja de Cabinda, Raul Tati, considera a atitude de abusiva à integridade do sacerdote e de violar os princípios de um estado democrático e de direito que consagra a liberdade de circulação dentro e fora do país.
Qualificam ainda a decisão de inusitada e prometem resposta caso não se resolva a situação do sacerdote, num curto espaço de tempo.
Segundo Raul Tati, o clero local não vai cruzar os braços e promete reagir em solidariedade ao sacerdote por se considerar a atitude de insultuosa e uma afronta contra a dignidade do sacerdote e do clero de Cabinda e promete graves consequências caso não se reveja a interdição.
Um mês após de lhe ter sido confiscado e interdito de se ausentar do país por alegadas ordens superiores, Assunção Sevo Agostinho continua retido em Cabinda sem conhecer as razões e os mentores do impedimento que pesa sobre si, de se ausentar do país, segundo os serviços emigratórios.
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