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Cabinda na Imprensa
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Pelo governador Cabinda: Proibida marcha pelos direitos humanos 2010-05-24 17:44:19 Cabinda – O governador provincial de Cabinda não autorizou uma marcha contra «detenção arbitrária» de activistas dos direitos humanos que teria lugar no sábado, em Cabinda. Os organizadores do protesto acusam o Governo angolano de mandar a polícia ocupar todo o trajecto por onde devia passar a manifestação (desde o Centro Cultural Chiloango até ao local da assinatura do Tratado de Simulambuco) impedindo o protesto. |
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Cabinda na Imprensa
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Nova Iorque – A Human Rights Watch (HRW) declarou hoje que o governo angolano devia pôr fim urgente à tortura e aos julgamentos injustos em casos relacionados com a segurança do estado em Cabinda. Segundo afirmações da HRW. 14 civis que foram arbitrariamente detidos e torturados sob detenção militar estão actualmente presos no enclave de Cabinda, sob a acusação de «crimes contra a segurança do estado».
Desde Setembro de 2007 as Forças Armadas Angolanas detiveram arbitrariamente pelo menos 15 civis e seis militares em Cabinda. Todos eles foram acusados de «crimes contra a segurança do estado» sendo-lhes imputado terem colaborado com a Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC) denuncia a HRW. Até ao momento apenas se realizou um julgamento. No dia 16 de Setembro de 2008, um tribunal militar em Cabinda condenou um antigo jornalista da Voz da América (VOA), Fernando Lelo, e quatro soldados a 12 anos de prisão por crimes contra a segurança do estado. A Human Rights Watch soube que o julgamento não correspondeu às normas estabelecidas internacionalmente para julgamentos justos. «O julgamento injusto de Fernando Lelo e dos quatro soldados marcou um precedente preocupante» afirmou Georgette Gagnon , Directora para África da HRW. «Angola devia ilibá-los e libertá-los, e garantir que futuros julgamentos de crimes contra a segurança do estado respeitam as normas estabelecidas internacionalmente.» |
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Registado derrame de petróleo no mar de Cabinda |
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Um derrame de petróleo de pequena proporção foi registado quinta-feira última, na área do complexo Delta do offshore de Cabinda, devido a ruptura de um oleoduto.
O facto foi confirmado à Angop, pelo director das relações públicas da Chevron, Humberto Baquissi, acrescentando que em função das medidas correctivas empreendidas de imediato foi possível isolar a fuga nas primeiras horas de sexta-feira. |
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Cabinda - As eleições terminaram. Tudo está consumado: os temores tornaram-se realidade e a intuição revelou-se como a qualidade mais importante para quem tem de lutar contra todo o mundo, inclusive, contra os sentimentos mais profundos que brotam do profundo do ser. Todos que apostámos em mergulhar na aventura das eleições angolanas, pretendíamos, simplesmente, contribuir para a humanização do mundo político angolano. Assim, poderíamos ter, doutro lado, uma elite diferente, capaz de nos olhar com a dimensão do ser, ipso facto, homens e não coisas, que podem marginalizar, arrancar o pão da boca; encerrar em calabouços nauseabundos, torturar com interrogatórios prolongados, condenar a penas máximas e àquela capital nas profundezas da noite, proibir até de ir colher a sacafolha nas lavras; expor à irrisão nas fronteiras e, finalmente, com o eterno «wanted», procura-se.
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Cabinda na Imprensa
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Cabinda - A igreja Católica em Cabinda voltou a viver mais uma cena pouco comum na sua história. O protagonista padre Francisco Nionje Capita, próximo do Bispo da diocese, ao fazer do recinto do seminário um «ringue para exibir os seus dotes de pugilismo.»
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